AEA apresenta novos conselheiros e diretoria executiva Nova diretoria, presidida por Franco Ciranni (presidente), Antonio Megale (vice-presidente) e 34 diretores, para o biênio 2011/2012, tem o desafio de implantar um novo modelo de gesto e uma estrutura de funcionamento ainda mais técnica e profissional para atender às demandas do setor automotivo brasileiro, que projeta 6 milhões de unidades produzidas/ano em 2015.
A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva AEA apresentou nesta quarta-feira, no Anfiteatro da Poli USP, Prédio da Engenharia Elétrica, em São Paulo, os sete novos integrantes do Conselho Diretor, presidido por Ricardo Simões de Abreu, e nova diretoria executiva da entidade, liderada por Franco Ciranni (presidente) e Antonio Megale (vice-presidente), que empossaram 34 diretores para cumprir o mandato do biênio 2011/2012. A nova diretoria da AEA se instala com a missão de implantar um novo modelo de gestão e de tornar cada vez mais qualificado e profissional as atividades e serviços prestados pela entidade, capaz de debater as principais questões nacionais de mobilidade e de auxiliar a cadeia automotiva brasileira a consolidar posição entre os quatro pólos produtivos mais importantes do mundo ainda nesta década. Ao nomear 34 diretores, das montadoras, sistemistas/autopeças, combustíveis, universidades, associações de classe, governo, serviços e sócios individuais, procuramos dar maior representatividade possível à entidade. Mas, ao mesmo tempo, ao indicar três diretores-coordenadores para áreas técnica, gerencial e institucional, respectivamente lideradas por Nilton Monteiro (Abeiva), Henry Joseph Jr. (Volkswagen) e Antonio Megale (Volkswagen), vamos oferecer mais agilidade aos nossos associados e à sociedade, enfatiza Franco Ciranni, presidente da AEA. Na avaliação de Ciranni, o Brasil está muito próximo de se consolidar entre os quatro pólos produtivos de automóveis mais importantes do mundo nesta década. Por esta razão, não podemos deixar de fazer história. Assim, temas como emissões, combustíveis, inovação tecnológica, manufatura, design, inspeção técnica veicular, formação de mão de obra especializada já são fatores determinantes para o futuro da indústria automotiva brasileira, argumenta. Em princípio, as atividades das comissões técnicas, eventos, cursos e publicações técnicas serão interligadas e servirão como uma sólida base para o planejamento estratégico do biênio 2011/2012, que será divulgado após a conclusão do trabalho de diagnóstico da entidade, a ser desenvolvido pela consultora Letícia Costa, da Prada, em março próximo, finaliza Ciranni.
Novos Membros do Conselho 2011
Luis Chain Faraj Cummins Luiz Antonio Bragatto Marplan Marcio Beraldo Veloso Ibama Oduvaldo Vendrametto UNIP Paulo Roberto Leite CLRB Renato Linke Cetesb Vicente Alves Pimenta Delphi
Diretoria Executiva AEA 2011/2012
Franco Ciranni Presidente FPT Antonio Megale Vice-Presidente Volkswagen Alexandre Benedito Novaes - Alfred Swarc Unica Alfredo Castelli Magneti Marelli Ali El Hage Sindipeças Antonio Candido Prataviera Calcagnotto Renault/Nissan Edson Orikassa Toyota Eduardo Roma Burgos Ford Fernando de Campos Behr Francisco Nigro USP Frederico Kremer Petrobras Gianpiero Lubrano CNH João Irineu Medeiros FPT José Edison Parro - Henry Joseph Jr Volkswagen Letícia Costa Prada Assessoria Lucio Bicalho Iveco Luis Afonso Pasquotto Cummins Luiz Antonio Bragatto Marplan Marco Saltini Volkswagen Marcos Clemente Mahle Marcus Vinicius Aguiar Fiat Automóveis Mario Luz Teixeira Mercedes-Benz Mario Massagardi Bosch Milton Fratta GM Nilton Monteiro Abeiva Paulo Cardamone IHS Renato Romio Mau Rogério Rezende Scania Ronaldo Salvagni USP Sérgio Viscardi Ipiranga Sidney Oliveira Bosch Simone Hashizume Promax Bardal Romeu Daroda Inmetro Wagner Fonseca Netz
Homenagem Durante o evento de apresentação dos novos conselheiros e diretoria executiva, foi prestada homenagem a Aldebert de Queiroz, 92 anos, um dos precursores do desenvolvimento do setor automotivo brasileiro. Sua carreira começou em 1945, como oficial do Exército. Em 1947, ingressou na Escola Técnica do Exército, atual Instituto Militar de Engenharia, localizada no Rio de Janeiro, onde cursou Engenharia Automóvel. Em 1951, formou-se Engenheiro Industrial e de Automóvel. Em 1955, Aldebert foi convidado a ministrar e chefiar o Curso de Engenharia Automóvel, da Escola Técnica do Exército, para aproximar os oficiais das realidades dessas corporações. Em outro momento da história do setor automotivo brasileiro, Aldebert de Queiroz acompanhou em 1975 a criação do Proálcool (Programa Nacional doÁlcool), que visou intensificar e regularizar a adição de álcool anidro à gasolina.
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